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Política da Paraíba

Família Morais cobra coerência. Com razão?

Publicada em 24/10/25 às 00:58h - 351 visualizações

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Família Morais cobra coerência. Com razão?
 (Foto: cafecompoliticapb)

Em entrevista recente, o deputado George Morais cobrou “coerência” do grupo Cunha Lima. Mas será que essa cobrança faz sentido? Vamos fazer uma breve análise sobre essa movimentação política.

Nos bastidores, todos sabiam da existência de um acordo entre Pedro Cunha Lima e Efraim Morais: Pedro seria novamente o candidato da oposição ao Governo da Paraíba. Afinal, entre os nomes do grupo, Pedro é o único que atualmente não ocupa mandato eletivo.

Mas o jogo político mudou. O senador Efraim Filho, agindo de forma independente, decidiu se aproximar de setores da direita mais radical, selando alianças com nomes como os deputados Wallber Virgolino, Cabo Gilberto, Marcelo Queiroga e outros.

Essa movimentação levanta questionamentos: teria sido apenas uma estratégia de fortalecimento político, caso Efraim perdesse a federação entre União Brasil e PP? Ou seria uma manobra antecipada para viabilizar sua própria candidatura ao governo em 2026?
E, mais importante: essa estratégia realmente foi boa para Efraim?

Ser aliado da extrema direita é, hoje, uma vantagem na política paraibana?
As últimas pesquisas mostram que o pré-candidato Efraim Filho apresenta crescimento tímido, permanecendo atrás de Pedro Cunha Lima nas intenções de voto.

Enquanto isso, Efraim mantém um ritmo intenso de pré-campanha, percorrendo o estado, anunciando apoios e buscando visibilidade. Já Pedro segue um perfil mais discreto, marcando presença em entrevistas pontuais e fazendo oposição à sua maneira, e o que muitos comentam, de forma crítica ou bem-humorada, como “entre uma música no violão e uma partida de videogame”.

Diante disso, fica a reflexão: é mesmo o grupo Cunha Lima que está faltando com coerência?
Ou será que o próprio grupo Morais está mudando o discurso conforme a conveniência política?

O certo é que até 2026 muita coisa ainda pode acontecer — e a disputa pelo comando da oposição promete capítulos intensos nos próximos meses.




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